Safra recorde derruba café em nova york

Café cai em NY mesmo com o Estreito de Ormuz sob tensão. Entenda por que a oferta recorde fala mais alto e o que isso muda para 2026.

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Queda em plena tensão logística

Na manhã desta terça, o contrato jul/2026 recua cerca de 2% em Nova York. A tensão no Estreito de Ormuz encarece fretes, mas o preço desce. O que pesa mais no curto prazo?

Oferta recorde no Brasil no radar

Analistas veem colheita histórica à frente: clima favorece e manejo mais intenso amplia a produção. O volume extra alarga a oferta global e pressiona cotações. Onde isso bate primeiro?

Conab aponta ganho de área e produtividade

Levantamentos já sinalizam avanço consistente das lavouras, com mais área e rendimento. O mercado precifica esse salto antes da colheita. Como isso aparece na curva de preços?

Futuros em NY já embutem excesso de grão

Mesmo com custos logísticos em alta, os contratos recuam porque a oferta prevista supera o choque de frete. Prêmios de risco não seguram a queda. E o que dizem os spreads?

Ormuz fecha: frete e seguro sobem, café cai

Bloqueios elevam custos de navegação e atrasos. Ainda assim, hedgers veem colchão de oferta em 2026 e vendem o rally. Quem ganha e quem perde com esse movimento?

Produtor: hora de reforçar a proteção

Gestão de risco sai do discurso e vira ação: travas parciais, opções e fixações graduais ajudam a suavizar a volatilidade. Como ajustar o plano sem perder fôlego?

Exportador: olho no timing e nos diferenciais

Estratégias de embarque, spreads jul/26 e bases ganham peso. Ajuste prazos, qualidade e crédito para capturar janelas. Quais sinais de execução observar já?

O que monitorar até a safra entrar no mercado

Clima nas principais regiões, câmbio real/dólar, logística no Golfo e no Estreito de Ormuz, e a relação arábica–robusta. Cada peça pode virar o jogo. Pronto para ir mais fundo?

Leia a análise completa e se antecipe

Veja dados, contexto e cenários para 2026 em detalhes.