Belém vira capital do cacau: a 10ª edição do festival quer movimentar R$ 15 milhões e atrair 100 mil pessoas. Veja como a floresta transforma amêndoas em oportunidades.
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Começa em Belém: 10ª edição no ar
Em 23/4, o Chocolat Festival Amazônia abre as portas em Belém. Palco montado para negócios, turismo e sabores. O que faz esse evento crescer tanto?
R$ 15 milhões na mesa
A organização projeta giro de R$ 15 mi em vendas e contratos. Muito além de barra de chocolate, é cadeia produtiva em ação. Quem leva a maior fatia?
Multidão esperada: 100 mil pessoas
Fluxo turístico aquece hotéis, restaurantes e feiras. Visitante prova, compra, volta para casa falando em cacau de origem. Por que isso importa para a região?
300 produtores ganham vitrine
A maioria vem da agricultura familiar que desbrava a nova fronteira cacaueira. Eles mostram colheita, fermentação e terroir. Qual é o diferencial do Pará?
Pará lidera: 51% do cacau do Brasil
O estado assumiu a ponta da colheita nacional. Floresta, manejo e ciência se encontram para elevar qualidade. O que o público vai sentir no paladar?
Degustações que contam origem
Chocolates de origem única, nibs crocantes, geleias intensas e mel de cacau revelam aromas da mata. Cada prova vale uma história. Quem está comprando isso?
Compradores do Brasil e do mundo
Compradores do Brasil e do exterior buscam matéria-prima diferenciada, com rastreabilidade e preço justo. Produtores negociam frente a frente. Qual é a chance agora?
Hora de escoar e fechar bons contratos
Com a amêndoa em baixa, feira ajuda a girar estoque e a valorizar qualidade por lote. Networking decide safras futuras. Quer ver os números completos e bastidores?
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Dados, impactos e oportunidades do festival em Belém.