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Ocergs confirma Darci Hartmann e escolhe Márcio Port como vice

Ocergs reelegeu Darci Hartmann para a presidência e definiu Márcio Port como vice em assembleia realizada em Esteio, sinalizando continuidade da estratégia de disciplina financeira e expansão do cooperativismo gaúcho, que já responde por 14% do PIB do RS.

Direção renovada para um ciclo de estabilidade e foco em caixa

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Reunindo lideranças de 64 cooperativas na Casa do Cooperativismo, no Parque Assis Brasil, a assembleia geral ordinária desta quinta-feira (16) manteve Hartmann no comando para o período 2026-2030 e renovou os conselhos de administração e fiscal. O dirigente reforçou a orientação de “disciplina na gestão financeira, atenção à tesouraria e decisões responsáveis” diante do cenário eleitoral de 2026 e dos ajustes macroeconômicos previstos para 2027. A recomendação, segundo ele, é atravessar a transição com investimentos criteriosos, preservando liquidez sem perder de vista oportunidades de crescimento.

Márcio Port assume a vice-presidência com missão de fortalecer negócios

Atual presidente da Sicredi Central Sul/Sudeste, Márcio Port sucede Eugênio Poltronieri e chega com a incumbência de ampliar a sinergia entre ramos e acelerar o pilar de negócios. Port destacou que a unificação das superintendências deu mais força ao sistema, mas que “há sempre espaço para avançar em governança e acompanhamento de indicadores econômicos”, especialmente porque oscilações do agronegócio impactam as cooperativas gaúchas.

Meta ambiciosa: faturar R$ 150 bilhões até 2030

O cooperativismo do Rio Grande do Sul reúne 4,2 milhões de associados e fechou 2023 com faturamento estimado em R$ 103 bilhões. O plano agora é alcançar R$ 150 bilhões até o fim da década, combinando profissionalização de gestão, expansão de mercado e apoio institucional. Dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) mostram que bons índices de governança costumam se refletir em ganhos de eficiência operacional, fator visto pela nova diretoria como chave para atingir o objetivo.

Para produtores e gestores, a mensagem central é clara: rigor no caixa no curto prazo, mas com visão de longo prazo para capturar oportunidades assim que o ambiente macroeconômico melhorar. Hartmann avalia que a renegociação de dívidas dos produtores já em curso ajuda a preparar o terreno para um ciclo de expansão mais robusto a partir de 2028.

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Crédito da imagem: Amanha Fonte: Amanha

Francisco devruk

Francisco

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